Este post é dedicado ao Jornal I. O “ Cantinho do Morais “ tinha de fazer referência a este grande jornal, por duas razões essenciais. A primeira é porque este jornal é mesmo fantástico, é fantástico nos escritores que escolhe e nas suas crónicas (foi o primeiro jornal em que vi escrito algo sobre o 24). Este é, sem dúvida, um ponto muito forte, na minha opinião claro, a favor deste jornal. A segunda razão é que está-se a tornar diariamente o meu jornal de eleição. E como sou eu o gestor deste blogue, e se o I é o meu jornal preferido, ora bem, cá aparece uma tal referência. Continuem assim. A escrever boas crónicas, boas ideias desenvolvidas, bons temas retratados. O que faz o sucesso dum jornal é a sua força para continuar e a leitura diária de muitas pessoas, sendo que aí tiro-vos o chapéu, porque vocês têm muito mais que essas duas características reunidas. Força nisso;).
Com os melhores cumprimentos, Morais.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
40 º - Nick Hornby
Ao Nick Hornby, um obrigado especial por dois dos seus brilhantes livros: “Alta fidelidade e Era uma vez Rapaz “. Fantásticos, qualquer um deles mesmo. Não vou entrar em grandes pormenores. Simplesmente vos digo que vale a pena serem lidos e merecem os euritos que vão empregar neles. Sempre me disseram que a melhor forma de despertar o interesse nas pessoas era aguçar-lhes a curiosidade… pois bem, espero que o tenha conseguido fazer com vocês.
Não fiz? Olha paciência, fica para a próxima;)
Com os melhores cumprimentos, Morais.
Não fiz? Olha paciência, fica para a próxima;)
Com os melhores cumprimentos, Morais.
domingo, 20 de dezembro de 2009
39 º - " A Vida dos Escritores "
Admiro a vida dos escritores. Escrever um livro é, talvez, das tarefas mais complicadas que recaem sobre os seres humanos. Se eu já tenho dificuldade para escrever umas páginas, com umas míseras linhas sobre um determinado assunto, imagino o que será escrever uma história com 400 ou 500 páginas (para não dizer mil). A história, as personagens, os pormenores etc, etc… tudo isso tornará difícil a publicação dum livro. Há um particular ponto em que eu invejo os escritores. Adorava, tal como eles têm essa possibilidade, de ter os horários trocados. Imagino, ao invés dos “não escritores”, os escritores a escrever às quatro da manhã nos seus pc’s portáteis acompanhados de um belo café. Às oito da matina deitam-se. Por volta das 15 horas, levantam-se e decidem tomar o pequeno-almoço. A essa hora vão ao ginásio, para fazerem exercício e não ficarem com uma barriga, que cada vez aumenta mais, e que é uma consequência necessária quando se atinge a terceira década. Bom, eu estou na segunda década e, na verdade, já vou começando a sentir um pouco isso. Depois às 19 horas, decidem fazer um lanche reforçado, dado que não almoçaram, e por volta das 23/24 horas decidem jantar. Acabados de fazer esta tarefa, pegam num papel e numa caneta, para começarem a desenvolver as suas ideias. Depois dumas ideias desenvolvidas no rascunho decidem então, às quatro da manhã, começarem a escrever o texto e reparem, como aqui, começa todo o seu ciclo vicioso.
Depois, publicam a sua história e ganham uns belos milhões começando, desde logo, a preparar a sua reforma.
Que bela vida, esta! Nada mais simples, aliado a um estilo muito moderno americano, parecido com o papel que Hank Moody desempenha na série, ainda bastante recente, Californication.
Com os melhores cumprimentos, Morais.
Depois, publicam a sua história e ganham uns belos milhões começando, desde logo, a preparar a sua reforma.
Que bela vida, esta! Nada mais simples, aliado a um estilo muito moderno americano, parecido com o papel que Hank Moody desempenha na série, ainda bastante recente, Californication.
Com os melhores cumprimentos, Morais.
sábado, 31 de outubro de 2009
38 º - "Cabeça Organizada! "
Outrora me disse uma vez um professor na universidade: “o segredo para ter sucesso passa por ter a cabeça organizada “. Com isto, é como se abríssemos a porta para o sucesso… Por isso, em homenagem a essa grande máxima, aqui ficam três ideias (que espero) serem organizadas. Ou melhor, que provenham duma cabeça organizada.
1 - Acho engraçado que sempre que vejo um filme ou uma série, nenhum (ou nenhuma) deles me é indiferente. Há sempre uma mensagem, qualquer que seja ela, a tirar. Mais engraçado ainda é constatar as diferentes mensagens que nos vão sendo proporcionadas. Acho que essa é uma característica típica das séries. Num determinado episódio, reflectimos sobre algo e chegamos a uma conclusão. Mas depois de mais 2 ou 3 episódios, podemos chegar a uma conclusão completamente diferente. Acho este fenómeno algo curioso. Parece que nos tenta induzir em erro. É como se nos dissessem que isto deve ser feito de determinada maneira e depois, no minuto seguinte, dizem-nos que deve ser feita doutra completamente diferente. Conclusão: Nada de precipitações!
2 – Outro aspecto particular dos filmes e das séries, é a sua capacidade sorrateira de nos fazer tomar atitudes. Não acredito que haja alguém que vendo uma série ou um filme que o(a) marque, não seja capaz de não pensar, pelo menos, em tomar determinada atitude em relação a um certo aspecto específico da sua vida (normalmente esse aspecto baseia-se no aspecto que é retratado no filme). Gostava de ter essa capacidade sinceramente. A de ver um filme ou uma série e me ser completamente indiferente. Ver apenas aquilo por ver. Não formular opiniões posteriores sobre isso. Via um episódio de Californication ou de How I Met Your Mother e pronto… ficávamos por ali. A seguir via mais um episódio e pronto …that’s it. Morria ali o assunto. Não queria que o episódio tivesse qualquer substrato, que me fizesse pensar sobre alguma coisa.
3 – Não quero ser chato e estar sempre a bater na mesma tecla mas, acham as atitudes que tomamos em função disso descrito (por mim) anteriormente válidas? Sim, porque muitas das nossas atitudes (por vezes nem nos apercebemos disso) são tomadas em função disso. Dum filme, duma série, dum livro ou até, duma simples frase, que nos diz muito. Não acho isso certo. Acho que é uma maneira enganadora e traiçoeira de nos ajudar, sinceramente. Porque as coisas e as circunstâncias nunca são iguais. E as circunstâncias que nos levaram a que interpretássemos determinada mensagem são diferentes das circunstâncias que se passam na nossa vida. Poderão ter algo semelhante, mas são diferentes. E por serem diferentes, as nossas atitudes tomadas em função disso não serão talvez as melhores. De facto, atitudes são atitudes… não se devem considerar como melhores ou piores. Mas o que distingue uma atitude melhor duma pior, entre outras factores (claro), é ela ser genuína… e se há uma mensagem (não criada por nós) por detrás dessa atitude, ela jamais poderá ser genuína.
Deixo, para quem quiser, um espaço de reflexão sobre isto. Aceitam-se opiniões!
Com os melhores cumprimentos, Morais!
1 - Acho engraçado que sempre que vejo um filme ou uma série, nenhum (ou nenhuma) deles me é indiferente. Há sempre uma mensagem, qualquer que seja ela, a tirar. Mais engraçado ainda é constatar as diferentes mensagens que nos vão sendo proporcionadas. Acho que essa é uma característica típica das séries. Num determinado episódio, reflectimos sobre algo e chegamos a uma conclusão. Mas depois de mais 2 ou 3 episódios, podemos chegar a uma conclusão completamente diferente. Acho este fenómeno algo curioso. Parece que nos tenta induzir em erro. É como se nos dissessem que isto deve ser feito de determinada maneira e depois, no minuto seguinte, dizem-nos que deve ser feita doutra completamente diferente. Conclusão: Nada de precipitações!
2 – Outro aspecto particular dos filmes e das séries, é a sua capacidade sorrateira de nos fazer tomar atitudes. Não acredito que haja alguém que vendo uma série ou um filme que o(a) marque, não seja capaz de não pensar, pelo menos, em tomar determinada atitude em relação a um certo aspecto específico da sua vida (normalmente esse aspecto baseia-se no aspecto que é retratado no filme). Gostava de ter essa capacidade sinceramente. A de ver um filme ou uma série e me ser completamente indiferente. Ver apenas aquilo por ver. Não formular opiniões posteriores sobre isso. Via um episódio de Californication ou de How I Met Your Mother e pronto… ficávamos por ali. A seguir via mais um episódio e pronto …that’s it. Morria ali o assunto. Não queria que o episódio tivesse qualquer substrato, que me fizesse pensar sobre alguma coisa.
3 – Não quero ser chato e estar sempre a bater na mesma tecla mas, acham as atitudes que tomamos em função disso descrito (por mim) anteriormente válidas? Sim, porque muitas das nossas atitudes (por vezes nem nos apercebemos disso) são tomadas em função disso. Dum filme, duma série, dum livro ou até, duma simples frase, que nos diz muito. Não acho isso certo. Acho que é uma maneira enganadora e traiçoeira de nos ajudar, sinceramente. Porque as coisas e as circunstâncias nunca são iguais. E as circunstâncias que nos levaram a que interpretássemos determinada mensagem são diferentes das circunstâncias que se passam na nossa vida. Poderão ter algo semelhante, mas são diferentes. E por serem diferentes, as nossas atitudes tomadas em função disso não serão talvez as melhores. De facto, atitudes são atitudes… não se devem considerar como melhores ou piores. Mas o que distingue uma atitude melhor duma pior, entre outras factores (claro), é ela ser genuína… e se há uma mensagem (não criada por nós) por detrás dessa atitude, ela jamais poderá ser genuína.
Deixo, para quem quiser, um espaço de reflexão sobre isto. Aceitam-se opiniões!
Com os melhores cumprimentos, Morais!
domingo, 4 de outubro de 2009
37 º - Ariel
Estava eu muito bem, no meu cómodo sofá, a ver televisão quando, de repente, me deparo com um anúncio da Ariel. O anúncio consistia basicamente nisto: Era um casal que se ia deitar e estavam chateados um com o outro. Ora, com a marca “Ariel” que oferece um brilho às nossas vidas, o casal aparentemente chateado dado o cheirinho agradável dos lençóis, decide reconciliar-se. È esta a ideia que o anuncio quer transmitir. Pois é, pois é. É que o meu pequeno cérebro (que nunca para) não pode deixar de notar duas coisas essenciais. E essas duas coisas essências têm a ver com o timing em que o anúncio é feito. Parece-me, na minha modesta opinião, que este anúncio não terá muito sucesso. Primeiro porque, neste momento, tenho a sensação que todos os casais andam a ter discussões e não estão com muita vontade de estar com o seu respectivo par. A segunda ideia, parte da premissa desta… se os casais não têm vontade de estar juntos, não querem ter esse “tal “ brilhozinho da Ariel e, então, não vão aderir a este produto. Portanto, em jeito de conclusão, a Ariel acabou por fazer uma dupla asneira (a ela própria). Primeiro, fez com que os casais que não querem “fazer as pazes “ não adiram a este produto e, portanto, o seu lucro vai diminuir dessa forma. Segundo, ofereceu de bandeja aos casais que, na realidade, querem acabar com a sua relação, a forma de o fazerem… aderirem à concorrente da Ariel (que não sei qual é sinceramente) que certamente será o oposto desta, isto é, terá um mau cheiro nos lençóis e fará com que os casais continuem zangados!É genial como um anúncio que, na verdade, só quer fazer bem, acaba por fazer mal duma dupla maneira. Faz com que o lucro do seu produto seja menor e, mais grave, acaba por conseguir arranjar uma forma de separar aqueles casais que não querem estar juntos mas não sabiam como o fazer!
Com os melhores cumprimentos, Morais!
Com os melhores cumprimentos, Morais!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
36 º - Linguagem Seinfeld
Sabem que para mim, Seinfeld é a minha série de comédia preferida. É digamos o meu top (1) de séries! Mas Seinfeld, não é apenas uma série cómica. Já dois livros sobre ele. Um deles chama-se “Linguagem Seinfeld”. Passo aqui alguns excertos deste livro, de que gostei bastante, escritos por ele.
“ O meu pai ainda assistiu ao início da minha carreira de comediante e foi sempre o meu apoiante mais entusiástico. Ensinou-me que, quando temos um dom, devemos partilha-lo. E, tal como ele o partilhou comigo, também eu espero ser capaz de partilha-lo convosco”
(…)
“ Seguramente, aos quinze anos, quando comecei a escrever estas ideias divertidas, nunca imaginei que um dia elas viriam a dar um livro. Aliás, nunca pensei que viessem a dar coisa alguma. Mas há muita gente que tem um cantinho no cérebro sempre com vontade de brincar. O objectivo deste livro é manter esse cantinho vivo, tanto em mim como em vocês. É bom brincar, e é algo que devemos praticar “
(…)
“ Mas agora a pressão está do vosso lado. Este livro está cheio de ideias engraçadas, mas são vocês que têm de fazer o resto. Por isso, quando o lerem, lembrem-se – timing, inflexão, atitude. A comédia é isso. Já fiz a minha parte. Agora, o espectáculo é convosco. E se a dado ponto descobrirem que não se estão a rir, continuem a sorrir, tirem as rugas da testa e tentem na parte seguinte. “
Assim como Seinfeld partilhou isto comigo, eu quero partilha-lo também convosco!
Só vos digo que o resto do livro é absolutamente hilariante e de morrer a rir!
Com os melhores cumprimentos, Morais!
“ O meu pai ainda assistiu ao início da minha carreira de comediante e foi sempre o meu apoiante mais entusiástico. Ensinou-me que, quando temos um dom, devemos partilha-lo. E, tal como ele o partilhou comigo, também eu espero ser capaz de partilha-lo convosco”
(…)
“ Seguramente, aos quinze anos, quando comecei a escrever estas ideias divertidas, nunca imaginei que um dia elas viriam a dar um livro. Aliás, nunca pensei que viessem a dar coisa alguma. Mas há muita gente que tem um cantinho no cérebro sempre com vontade de brincar. O objectivo deste livro é manter esse cantinho vivo, tanto em mim como em vocês. É bom brincar, e é algo que devemos praticar “
(…)
“ Mas agora a pressão está do vosso lado. Este livro está cheio de ideias engraçadas, mas são vocês que têm de fazer o resto. Por isso, quando o lerem, lembrem-se – timing, inflexão, atitude. A comédia é isso. Já fiz a minha parte. Agora, o espectáculo é convosco. E se a dado ponto descobrirem que não se estão a rir, continuem a sorrir, tirem as rugas da testa e tentem na parte seguinte. “
Assim como Seinfeld partilhou isto comigo, eu quero partilha-lo também convosco!
Só vos digo que o resto do livro é absolutamente hilariante e de morrer a rir!
Com os melhores cumprimentos, Morais!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
35 º - Vacation!
Este é o meu último post temporário. Queria ter escrito um “ verdadeiro post” antes de ir sair daqui, mas não deu. Só para avisar que vou de férias amanhã e voltarei no inicio de Setembro. Para os que me gostam de me ler, espero que sintam falta dos meus textos. Para os que não gostam, espero que sintam um bocadinho também, mesmo que não seja muita (vá lá façam-me esse favor, não é pedir muito, pois não?).
É uma pequena e breve pausa, nesta minha aventura pelo mundo dos blogues. Desejo a todos umas boas férias e que as aproveitem ao máximo! Para o ano, cá estaremos a espalhar magia mais uma vez.
Voltarei rápido. Um curto Até Já!
Com os melhores cumprimentos,Morais.
É uma pequena e breve pausa, nesta minha aventura pelo mundo dos blogues. Desejo a todos umas boas férias e que as aproveitem ao máximo! Para o ano, cá estaremos a espalhar magia mais uma vez.
Voltarei rápido. Um curto Até Já!
Com os melhores cumprimentos,Morais.
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